Isabela faz parte da vida de quem é do Rio Grande do Sul. É aquele gostinho de infância, sabe?
Mas como fazer pra representar todo esse afeto e tradição sem cair naquela linguagem bairrista, ufanista, repetitiva? No gauchês chato?
A nossa ideia passava por um entendimento: a tradição de Isabela é mais do que um gauchismo redundante.
É símbolo de afeto entre pessoas. É aquele carinho da avó. Carinho da mãe, que coloca algumas bolachas na lancheira para surpreender a criança.
Isabela faz parte da vida de todo mundo, desde a infância. E, mesmo que seja alguém de 5, 10, ou 50 anos: naquele momento em que a lancheira metafórica se abre, abre-se um sorriso de indulgência, de alegria verdadeira.
Isabela deixa tudo melhor, mesmo que apenas por um instante.
Pensando nisso, criamos toda uma comunicação on e off que se apoiava num discurso emocionado e emocionante, conectando a marca ao seu real valor e símbolo à cultura local.